domingo, maio 02, 2010

Porque não hoje??

«Se queres ser feliz amanhã, tenta hoje mesmo!» Liang Tzu

sábado, maio 01, 2010

"Poemas Inconjuntos"

"Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol.
Ambos existem e cada um como é.
" Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"

quinta-feira, abril 29, 2010

Pensamento em busca

A gratidão brota de um coração que se deixa tocar pelas pequenas coisas e pequenos gestos do dia-a-dia, por dádivas, aparentemente insignificantes, mostrando-nos que a vida é muito mais que as coisas materiais, quando nos centramos no essencial.

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quarta-feira, abril 28, 2010

Pensamento em busca

Quando reflectimos sobre o nosso próprio ser, reconhecemos que não somos ilhas isoladas, mas somos seres em relação. Esta, possibilita-nos a partilha de sentimentos e de gestos que enchem de sentido a nossa vida.

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terça-feira, abril 27, 2010

Pensamento em busca


Quando olhamos uma rosa acabada de florir, ficamos admirados com a sua beleza. Parece-nos tão frágil! Mas ela não se importa; sabe que desempenha uma missão: tornar-nos um pouco mais sensíveis ao belo e frágil que há em nós e à nossa volta; tornar-nos um pouco mais humanos…

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segunda-feira, abril 26, 2010

Pensamento em busca

Uma andorinha no céu é sinal de Primavera, uma pinga de chuva na cabeça avisa-nos que vai chover, um caminho palmilhado indica-nos que alguém já passou por ali… um gesto de carinho é sinal de um coração cheio de amor.

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domingo, abril 25, 2010

Sorriso

Posso ser brincalhão, malandreco, manhoso, provocador, sincero, feio, confortante, irrresistivel. Mas quando sei que te venho ver, a verdade é que fico bem grande, de orelha a orelha. Ja agora chamo-me Sorriso.

sexta-feira, abril 23, 2010

Pensamento em busca

Que podemos oferecer a quem se aproxima de nós? Com certeza, uma lista de coisas passou já pela nossa cabeça, mas a melhor oferta é aquela que nos implica pessoalmente, que vai com o calor do nosso coração: nós mesmos.

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sábado, abril 17, 2010

Hoje é este o meu pensamento

Querer sorrir mas faltar-lhe o sol na alma, querer caminhar mas faltar-lhe motivação, querer dar a mão a alguém mas faltar-lhe força, querer encontrar-se mas não saber onde se está. Por vezes, somos assim. Fazer silêncio, escutar… No mais profundo de nós está Aquele que nos pega pela mão…

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sexta-feira, abril 16, 2010

Pensamento em busca

AMAR é uma palavra muitas vezes maltratada; é pequenina e fácil de dizer. Viver o amor que perdoa é outra coisa… e é assim que aquela palavra se torna gigante.

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sábado, abril 10, 2010

Travessias

No sábado, dia 10, a partir das 17h, pertinho da Ericeira, lançamento do Travessias. Um livro de experiências, relatos de viagens na 1ª pessoa. Pimpão, autor do livro, descreve-o como uma crónica sobre alguns dos lugares por onde viajou, narrando as suas aventuras, reflecte sempre a sua perspectiva sobre o mundo e como as diversas situações se encaixaram no seu modo de vida.

Os lucros do livro revertem a favor do Diálogos e destinam-se a financiar os projectos em Portugal e além fronteiras. Desde já, o nosso muito Obrigado ao Pimpão.
Aceitam-se encomendas para o livro. (10€ + portes)
Mais informações sobre o autor em: http://pimpaonomundo.blogspot.com

segunda-feira, abril 05, 2010

Casada à força

Abandonada pelos pais, a pequena Sameem Ali passou os seus primeiros sete anos num lar onde conheceu estabilidade e bondade.

Mas quando soube que a mãe a queria de volta, ficou radiante por poder começar uma nova vida em família. Porém, em vez de um lar, encontrou uma casa imunda onde foi tratada como uma escrava. Era obrigada a trabalhar sem interrupção e violentamente espancada pela mãe e pelo irmão.

Um dia, a mãe decide levá-la a visitar o Paquistão. Sameem nascera na Grã-Bretanha e nunca saíra do país, tinha treze anos e a perspectiva da viagem deixou-a feliz... Mas a sua alegria foi breve. No Paquistão, esperava-a um casamento forçado com um desconhecido que a violou repetidamente. Dois meses depois, a menina estava de volta a casa da mãe, grávida.

Esse fora, afinal, o objectivo: forjar um vínculo que permitisse ao marido emigrar para a Grã-Bretanha. Sameem estava só e desesperada quando o inesperado aconteceu: apaixonou-se e, para sua surpresa, foi correspondida. Em casa, os abusos continuaram, mas algo mudara na jovem de dezassete anos: a maternidade dera-lhe força e o amor esperança. Sentindo-se apoiada pela primeira vez, fugiu de casa e da violência que também recaía sobre o seu filho.

quarta-feira, março 31, 2010

Alice no Pais das Maravilhas

Alice no País das Maravilhas (título original em inglês: Alice's Adventures in Wonderland, frequentemente abreviado para "Alice in Wonderland") é a obra mais conhecida do professor de matemática inglês Charles Lutwidge Dodgson, sob o pseudónimo de Lewis Carroll, que a publicou a 4 de Julho de 1865, e uma das mais célebres do género literário do surrealismo, sendo considerada a obra clássica da literatura inglesa. O livro conta a história de uma menina chamada Alice que cai numa toca de coelho que a transporta para um lugar fantástico povoado por criaturas peculiares e antropomórficas, revelando uma lógica do absurdo característica dos sonhos. Este está repleto de alusões satíricas dirigidas tanto aos amigos como aos inimigos de Carrol, de paródias a poemas populares infantis ingleses ensinados no século XIX e também de referências linguísticas e matemáticas frequentemente através de enigmas que contribuíram para a sua popularidade. É assim uma obra de difícil interpretação pois contém dois livros num só texto: um para crianças e outro para adultos.

Existem em filme de animação da Disney de 1951, consulte Alice no País das Maravilhas (Disney).
Ou filme mudo do Reino Unido de 1903, consulte Alice in Wonderland (1903).
Ou filme de Tim Burton, com data de estreia em 2010, consulte Alice in Wonderland (2010).

sábado, março 27, 2010

Projectos literários com atitude, ousadia & diferença

Editorial Minerva e os autores, têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de apresentação da colectânea DO INFINITO - conto & poesia, a realizar no dia 8 (Sábado) de Maio de 2010, pelas 16:30 horas em

FEIRA DO LIVRO DE LISBOA
Auditório principal
Parque Eduardo VII

Coordenação da sessão e apresentação da obra e autores pelo “animador de ideias” Ângelo Rodrigues com a colaboração do “Mestre em História da Qualidade de Vida e da Boémia Contemporânea” von Trina. Momento musical (a confirmar).

Gratos pela honra da comparência
Formato: 21 x 13,5 cm
Páginas: 240
Capa: Miguel d’Hera

AUTORES

Conto
GISELLE DUMONT REIS
DELFINA VERNUCCIO
JOÃO CORDEIRO
SARA MADALENO
DELMAR DOMINGOS DE CARVALHO
JOÃO PIMENTEL FERREIRA

Poesia
EMÍLIO LIMA
SÉRGIO FONSECA
ELSA MAJOR
ISABEL VALENTINO
LUÍS FILIPE RODRIGUES
LEONOR BETTENCOURT BERNARDO
SHINYA JORDÃO
IRONDINA VIEGAS
MÁRIO BEIRÃO
MARIA HELENA DINIS PRATA TOMÁS
MANUEL JOSÉ CARIA GONÇALVES
CATARINA MOURO
JOÃO GAMA
JOSÉ BRANQUINHO
LEONTINA VARINO

PREÂMBULO

conto
«(...) Oscar Wilde escreveu duas frases que, na minha idiossincrasia, traduzem bem a necessidade e a importância espiritual de uma “outra vida” (ou dimensão desta) talvez mais autêntica e real que aquela a que estamos habituados e à qual estamos presos julgando – por vezes – ser a única: «a literatura antecede sempre a vida»; «o máximo na literatura é a realização daquilo que não existe». Podemos ser e ter tudo em Literatura, sobretudo aquilo que julgávamos não existir. “O que (ainda) não existe” – para aqueles que perderam a capacidade de sonhar, de imaginar - é a outra dimensão da Vida; quando narramos aos outros e a nós mesmos, os nossos desejos, utopias, sonhos, impossibilidades e vontades radicais, estamos a criar, como deuses, – no Olimpo da Literatura - aquilo que “não existia”. Também Fernando Pessoa(s) assumia, em termos de Vida-vivida, com mais autenticidade e sentido(s), pelo fingimento e com as máscaras (uma outra forma de imaginar e criar mundos), o primado da Vida-Literatura: “a literatura como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta”.
Escrever, seja o que for, com coerência, paixão, sentido(s) e capacidade de inovação, é cada vez mais difícil; vivemos rodeados de verborreias televisivas e outras de toda a espécie (sobretudo no plano da Educação e Ensino) – arriscamo-nos ao esgotamento e à de(s)ignificação dos rituais, do encanto, dos mistérios e da magia do Ver-a-Ler, das palavras-luz através das quais se vê o mundo – escre(ver) é ver, ver é contar... Recriar o mundo pela narrativa, é talvez uma das tábuas de salvação do Homem (...)».

poesia
«(...) A tentação primeira, perante a leitura de uma qualquer obra poética, deve ser a de nada lhe perguntar pois talvez nenhuma pergunta seja possível. Escreveu Eduardo Lourenço nessa maravilhosa obra chamada Tempo e Poesia: “Compreender a poesia é olhá-la sem a tentação de lhe perguntar nada. É aceitar o núcleo de silêncio donde todas as formas se destacam. A obra vale pela densidade de silêncio que impõe. Por isso os poetas que imaginam dizer tudo são tão vãos como as estátuas gesticulantes”.
Sabemos e sentimos que a Poesia é bem mais do que uma linguagem: energia-cósmica que impele a procura de nós, trilho do Graal, mística, amor, paixão, algo sagrado. No poema, as palavras não são palavras, são “outra coisa” que tem a força e o sentido de uma oração a todos os deuses. Fruir estes poemas-oração, é como descansar serenamente - e por magia - sobre as águas do Mar num dia calmo e ao crepúsculo (...)».

Ângelo Rodrigues

Visite o blogue deste projecto em: DO INFINITO

terça-feira, março 16, 2010

Amor

Quantas descobertas fazemos ao longo da vida. Muitas surpreendem-nos pela luz, cor e pelo movimento que trazem à nossa vida. A maior destas descobertas é o AMOR. Amor que dá sem esperar nada em troca, como um arco-íris de gratuidade e beleza.

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segunda-feira, fevereiro 15, 2010

Profecia


Kantu era uma jovem índia belíssima. As formas esplêndidas do seu corpo, a doçura dos seus lábios sensuais, cheios, os seus olhos plenos de entusiasmo pela vida assemelhavam-na a uma Vénus nascida nas altas montanhas dos Andes. Dos ancestrais conhecimentos dos seus antepassados incas pouco ou nada sabia, e era o estilo de vida moderna da grande cidade de Cuzco que a envolvia totalmente. Mas um dia todo o seu universo se altera. Desafiando os seus próprios limites, inicia uma peregrinação mística pela antiga sabedoria xamânica da tradição espiritual inca. Do encontro com os sábios curandeiros das montanhas, nascerá para Kandu uma força poderosíssima que ignorava possuir e que lhe abre horizontes insuspeitados. Ao conhecer-se a si própria e às forças subtis que governam a criação, Kandu torna-se senhora da sua própria vida e descobre que o amor é a mais poderosa energia do universo. Hernán Huarache Mamani oferece-nos uma obra misteriosa e mágica, a história de vida de uma jovem que é em si mesma paradigmática da profecia da curandeira.
Segundo a tradição andina, as mulheres possuem uma energia extradordinára, a única capaz de devolver paz e equilíbrio ao mundo.
A história de Kantu é testemunha deste facto e ensina que cada ser humano pode encontrar em si mesmo a força para mudar o seu próprio destino e reencontrar a harmonia perdida.
Num livro extraordinário, uma mensagem que ilumina e cheia de esperança.
Enviada por K.

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

Petit Prince

O Pequeno Príncipe é um livro escrito pelo autor, jornalista e piloto francês Antoine de Saint-Exupéry. Foi escrito em 1943, um ano antes de sua morte. É sua obra mais conhecida. Do lado de fora parece ser um simples livro para crianças. O Pequeno Príncipe é na verdade um livro profundo, escrito de forma enigmática e metafórica. Um livro poético e filosófico sem igual. Esse livro foi traduzido para muitas outras línguas, sendo seu original em francês. Também dele foram feitos histórias para serem ouvidas, filmes e desenhos animados, além de adaptações.

Lembrem-se: O essencial é invisível aos olhos.

O pequeno príncipe pode parecer simples, porém apresenta personagens plenos de simbolismos: o rei, o contador, o geógrafo, a raposa, a rosa, o adulto solitário e a serpente, entre outros. O personagem principal vivia sozinho num planeta do tamanho de uma casa que tinha três vulcões, dois ativos e um extinto. Tinha também uma flor, uma formosa flor de grande beleza e igual orgulho. Foi o orgulho da rosa que arruinou a tranquilidade do mundo do pequeno príncipe e o levou a começar uma viagem que o trouxe finalmente à Terra, onde encontrou diversos personagens a partir dos quais conseguiu repensar o que é realmente importante na vida.

O romance mostra uma profunda mudança de valores, e sugere ao leitor o quão equivocados podem ser os nossos julgamentos, e como eles podem nos levar à solidão. O livro leva a reflexão sobre a maneira de nos tornamos adultos, entregues às preocupações diárias, e esquecidos da criança que fomos e somos.

Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós.

— Antoine de Saint-Exupéry

"A perfeição não é alcançada quando não há mais nada a ser incluído. a perfeição é alcançada quando não há mais nada a ser retirado"

sexta-feira, janeiro 01, 2010

Frases

  • O destino une e separa as pessoas, mas nenhuma força é tão grande para fazer esquecer pessoas que, por algum motivo, um dia nos fizeram feliz.

  • Os que vivem intensamente não têm medo de morrer. Anaïs Nin.

  • Que estranho destino é o meu, que apenas me consente paixões ardentes e que me faz esgotar em amores improváveis e platónicos

  • La passione tinge del propri colori tutto ciò che tocca!

  • A verdade nunca é injusta; pode magoar, mas não deixa ferida. (Eduardo Girão)

  • Às vezes nem me preocupo tanto comigo... Mas há pessoas que amo e não quero vê-las sofrer..

  • Faz a tua ausência para que sintam a tua falta, mas não a prolongues demasiado para que não sintam que podem viver sem ti...

  • O amor é paciente, é benigno.. Tudo espera, tudo suporta.."Corintios"

  • O meu dia, viver com prazer todos os momentos e em nome da alegria e boa disposição

  • As mais lindas frases de amor são ditas no silêncio de um olhar.

  • "A arte da vida consiste em fazer da vida uma obra de arte." Mahatma Ghandi

  • "Dar conselhos é sempre estúpido. Mas dar conselhos sensatos é fatal". Óscar Wilde

  • "Se sonhar um pouco é perigoso, a solução não é sonhar menos e sim sonhar mais." Marcel Proust

  • "Não faças da vida um rascunho, podes não ter tempo de passar a limpo."

  • "Ama profundamente e com paixão.É o único meio de viver uma vida completa."

  • "Quem procura espera encontrar, quem espera só será encontrado." Jarolsav Seifert

  • O Tempo que teima em perseguir-me...

  • "Não se pode não ter medo quando se inspira o medo".
    Epicuro

  • O tempo endurece qualquer armadura. E ás vezes custa arrancar Muralhas erguidas á volta do peito que não deixam partir nem deixam chegar.
    Mafalda Veiga

  • Quando temos a pretensão de saber... Ao qdo a "vida nos prega uma partida" para nos apercebermos que há outras perspectivas/experiências na vida... afinal o arco-iris tem 7 cores... somos todos iguais mas também todos diferentes... S.M.

  • Tudo tem um tempo certo para acontecer, depende apenas de cada um iniciar a busca de seu verdadeiro propósito nesta vida, e sentir que a nossa importância e possibilidades de ter sucesso, estão sempre na proporção da nossa fé, humildade, paciência e capacidade de perdoar.

  • Eu aprendi......que não importa quanta seriedade a vida exija de mim,cada um de nós precisa de um amigo brincalhão para se divertir juntos.

  • O espinho de hoje...Será a flor de amanhã!

  • Abrir Caminhos: Ás vezes o amor é tão forte que abre caminho para um lugar onde o impossível pode acontecer.

  • Que cada dificuldade na vida te possa fortalecer.

  • Que possas ter sempre a curiosidade, a alegria e o ímpeto de uma criança.

  • CARPE DIEM

  • O tempo cura quase tudo.

  • O passado é um livro já escrito, o Futuro é um livro por escrever.

  • Somos uma arvore, em que os troncos são as escolhas q temos de fazer.. alguns dão folhas e frutos, outros morrem.

  • Vivemos num mundo onde precisamos nos esconder para fazer amor.....enquanto a violência é praticada em plena luz do dia.
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    terça-feira, outubro 13, 2009

    Aos meus amigos

    Escolho os meus amigos não pela pele ou por outro arquétipo qualquer,mas pela pupila.
    Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
    A mim não me interessam os bons de espírito, nem os maus de hábitos.
    Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
    Deles não quero resposta, quero o meu avesso.
    Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim.
    Para isso, só sendo louco.
    Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.

    Escolho os meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta.
    Não quero só o ombro ou o colo, quero também a sua maior alegria.
    Amigo que não ri connosco não sabe sofrer connosco.
    Os meus amigos são todos assim: metade disparate, metade seriedade.
    Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
    Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade a sua fonte de aprendizagem, mas que lutam para que a fantasia não desapareça.

    Não quero amigos adultos, nem chatos.
    Quero-os metade de infância e outra metade de velhice.
    Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos,para que nunca tenham pressa.
    Tenho amigos para saber quem eu sou.
    Pois vendo-os loucos e santos, tolos e sérios, crianças e velhos,
    nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril.

    Oscar Wilde

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    quarta-feira, outubro 07, 2009

    Los nacimientos

    En la selva amazónica, la primera mujer y el primer hombre se miraron con curiosidad. Era raro lo que tenían entre las piernas.

    - Te han cortado?- preguntó el hombre.
    - No-dijo ella-. Siempre he sido asi.

    Él la examinó de cerca. Se rascó la cabeza. Allí había una llaga abierta.
    Dijo:

    - No comas yuca, ni plátanos, ni ninguna fruta que se raje al madurar. Yo te curaré. Echate en la hamaca y descansa.

    Ella obedeció. Con paciencia tragó los menjunjes de hierbas y se dejó aplicar las pomadas y los ungüentos. Tenía que apretar los dientes para no reirse, cuando él le decía:
    - No te preocupes.

    El juego le gustaba, aunque ya empezaba a cansarse de vivir en ayunas y tendida en la hamaca. La memoria de las frutas le hacía agua la boca.

    Una tarde, el hombre llegó corriendo a través de la floresta. Daba saltos de euforia y gritaba:
    - Lo encontré! Lo encontré!

    Acababa de ver al mono curando a la mona en la copa de un árbol.
    - Es así -dijo el hombre, aproximándose a la mujer.

    Cuando terminó el largo abrazo, un aroma espeso, de flores y frutas, invadió el aire. De los cuerpos, que yacían juntos, se desdprendían vapores y fulgores jamás vistos, y era tanta su hermosura que se morían de vergüenza los soles y los dioses.

    Eduardo Galeano

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